Um Jogo de Vida ou Morte

9 07 2008

De acordo com uma certa conveniência que temos ao adquirir flmes, creio que o título que aqui irei descrever pode ficar fora de seu plano de compras.

“Um Jogo de Vida ou Morte”, filme lançado pela Sony Pictures e com atuações de Jude Law e Michael Caine, que está com data prevista para chegar às locadoras dia 16 deste mês de Julho é tenebroso, e, na minha opinião leva de brinde a pior atuação de Jude Law, ou a melhor se compararmos à verocidade do personagem que ele interpreta.

Vejamos, o filme se trata basicamente de dois homens que dividem a mesma mulher, aliás, quase isso, pra falar a verdade, Andrew Wyke (Caine) está se separando de sua esposa, que atualmente está tendo um caso com Milo Tindle (Law). Para conseguir se separar, a mulher de Andrew precisa do divórcio e a mesma manda o seu novo affair tentar um acordo com seu antigo par conjugal para consegui-lo. No que deveria ser uma história de impasses a respeito de um relacionamento amoroso ou até um suspense com ameaças e perseguições, seguidas de traições e revelações a respeito da vida íntima, se vê uma trama recheada de ameaças irônicas e frases de sentidos duplos, que nos fazem imaginar dezenas de coisas e que na verdade nenhuma delas é a correta. O filme em si, parece ser interessante, no mínimo intrigante, até mesmo se pararmos para pensar no título que o traz . Mas mascarando todo esse ar de suspense, estão atitudes e comportamentos hora verdadeiros e hora fajutos de dois marmanjos que gostam da mesma mulher.

Resumidamente, podemos dizer que “Um Jogo de Vida ou Morte” é indeciso em sua proposta, chato, cansativo e inoportuno, este último fator é em referência ao fim do filme, que deixaria qualquer cliente, depois de assistir mais de 1 hora de bla bla bla com muita raiva. E outra, o filme na verdade é uma refilmagem de “Jogo Mortal” lançado em 1972 e incrivelmente indicado a 4 Oscar. Mas convenhamos, quase 40 anos depois do orginal, o cinema está evoluído o bastante para se ter em mãos um filme tão Chulo, Bobo e chato; e é claro, que os critérios do Oscar daquele tempo, não são mais os mesmos.

Enfim, não aconselho a compra dese título, talvez daqui a 6 meses seje mais agradável pagar um pouco menos para se ter “MAIS UM” filme no acervo.


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