Mal chegamos em Setembro, e a Fox já anunciou os lançamentos para Novembro, sendo dois filmes medianos, mas de grande procura e arrecadação nos cinemas. Como já devem me conhecer, sou muito chato para julgar um filme, e para eu poder falar que o mesmo é bom, ele tem de ser muito bom mesmo. Mas se tratando destes dois, tenho lá minhas explicações.

Se tratando de “Fim dos Tempos”, minha opinião é comum com todas as pessoas no qual pude conversar sobre o filme. Como sempre e erroneamente fazemos, esperei um grande filme, ainda mais por M. Night Shyamalan estar na direção e ser o autor de “Sinais” e “O Sexto Sentido”, filmes sem explicação, que claro, tenho em minha coleção particular. Mas, como se não bastasse, “Shyamalan” repete o fracasso de “A Dama na Água”, que cheguei a gostar, mas não como os outros filmes do diretor, até mesmo o anterior à este citado “A Vila” foi mais marcante e entediante que “Fim dos Tempos”.
O filme é chato, as mortes são forçadas, e as cenas mais parecem daqueles clássicos de suspense da década de 80, com os personagens com seus ohlos afixados e arregalados cometendo atos inseguros. Bom, a solução de todo o problema da história do filme é que fecha com chave de ouro o fracasso do Suspense chato, nada haver. Esta é a definição para a explicação que o mesmo dá ao que tudo acontece, teria sido melhor deixar sem explicação mesmo,a ssim cada uma charia o que bem lhe convem. Enfim, o filme não agradou à mim, e estou decepcionado com meu amiguinho Shyamalan, penso em até escrever uma carta (usando o Google Tradutor, rs³!) para o diretor dando uma forcinha moral diante de seus últimos fracassos no cinema. Coitadinho.


Agora é a vez de “O Grande Dave”, outro chato que acabei de assistir. Como achei o filme um porre, se for reescrever comentários, acabaria por denegrir ainda mais a imagem do título, talvez sem ter tanta razão, mas vou transcrever aqui o que já foi dito por mim mesmo em um post anterior sobre este filme. Lá vai:
O novo filme de Eddie Murphy estreou nos cinemas na semana passada e tem garantido um bom número de ocupações nas salas de cinema, é o que confirma a gerente da rede Multiplex de cinemas, que informou ao nosso site que desde a estréia em Betim/MG nesta sexta-feira, o filme superou os expectadores no mesmo período de exibição do filme “A Múmia 3″, as salas para “O Grande Dave” têm ficado com cerca de 60% de ocupação, enquanto “Star Wars: Guerra dos Clones” permanece com apenas 35% .
Fui conferir o conteúdo de “O Grande Dave”, e não me agradou. Não sei se, pelo fato de ter 19 anos, gostar de filmes mais agitados e dramas mais densos, tenha influenciado na minha crítica, mas pelo que me pareceu, o filme conseguiu agradar outros demais expectadores da sala. É claro que o filme tem um público alvo mais infantil, sendo uma trama mais boba e daquelas cheia de piadinhas.
O filme tem muitos efeitos especiais, e como quase toda comédia, tem lá seu momento dramático. O atrapalhado Dave que no início do filme passa por grandes problemas na cidade de Nova York, termina intitulado como super-herói. O engraçado mesmo são poucas cenas de humor negro, pois o filme não desperdiça a oportunidade de fazer piadas com elementos sérios, chegando a quase falar palavrões. Não consegui captar o ideal do filme, o propósito de toda a ação, pois no início, os personagens tem sua missão a cumprir, e acabam conhecendo habitantes da Terra, e vendo neles uma certa particularidade e admirando certos atos, porém o filme termina sem que os personagens tenham tido a oportunidade de mostrar por cargas d’água estiveram na Terra, e porquê aprontaram tanto, pra nada.


Sinopse: Seres extraterrestres chegam à Terra em busca de uma saída para salvar seu próprio planeta da destruição. Esses extraterrestres têm a forma dos seres humanos, mas são muito menores. Para observar e aprender sobre a rotina terráquea, eles utilizam uma “nave espacial” que tem o formato de um ser humano comum (Murphy), que tem de aprender a agir como um humano normal.




























Este filme não é como “A Bússola de Ouro” e “Os Seis Signos da Luz”, que vinham prometendo ser os sucessos entre a garotada, este se tornou sucesso não só entre eles, mas também aos adultos, que vêem no filme, elementos muito convencionais, como briga entre marido e mulher, relação conturbada com filhos etc. Certamente, quem não adquiriu este DVD, perdeu. Perdeu a chance de ter em seu acervo mais rápido possível, um título realmente prazeroso de assistir, em que ao mesmo tempo que é leve, é também conduzido por uma história capaz de cultivar à todos. O final não é bobo, como geralmente é em filmes mais infantis, aliás, “As Crônicas de Spiderwick” não chega, nem um pouco, a ser infantil.





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